Blake, Jung e o Inconsciente Coletivo
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No século 18, Blake foi pioneiro em encontrar, nutrir e realizar sua conexão pessoal com o divino, uma busca que ainda atrai pessoas que se adaptam à luta contemporânea entre a Ciência e a Espiritualidade, o conflito entre a razão e a imaginação.
Com clareza e sabedoria, Singer examina as imagens e palavras em cada gravura da obra de Blake, aplicando em sua análise os conceitos que Carl Gustav Jung antecipou em suas teorias psicológicas. Não existem lentes mais perfeitas para observar a obra de Blake do que as dos conceitos de arquétipos, do processo de individuação e do mysterium coniunctionis de Jung, no qual a consciência e o inconsciente estão unidos.
Blake, Jung e o Inconsciente Coletivo nos traz uma visão grandiosa da autora, que é membro-fundadora do Jung Institut of Chicago e da Inter-Regional Society of Jungian Analysts, a respeito do homem em relação com o aspecto dual de Deus e a luta que ele trava com muitos elementos contraditórios em sua própria experiência.
Com clareza e sabedoria, Singer examina as imagens e palavras em cada gravura da obra de Blake, aplicando em sua análise os conceitos que Carl Gustav Jung antecipou em suas teorias psicológicas. Não existem lentes mais perfeitas para observar a obra de Blake do que as dos conceitos de arquétipos, do processo de individuação e do mysterium coniunctionis de Jung, no qual a consciência e o inconsciente estão unidos.
Blake, Jung e o Inconsciente Coletivo nos traz uma visão grandiosa da autora, que é membro-fundadora do Jung Institut of Chicago e da Inter-Regional Society of Jungian Analysts, a respeito do homem em relação com o aspecto dual de Deus e a luta que ele trava com muitos elementos contraditórios em sua própria experiência.
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